O complexo Brasil 21 ganhou mais uma casa, a champanheria Le Rouge. Uma adega climatizada abriga 30 rótulos de champanhes de diversas nacionalidades e cavas (espumante espanhol).
Começou ontem (16), e vai até o domingo (20), o "Festival Gastronômico União Européia 2012". O buffet, com receitas de 14 países, custa R$56 p/ pessoa.
Um novo point vindo diretamente do Rio de Janeiro já está fazendo sucesso em Brasília. A combinação de chope gelado cremoso e petiscos faz da casa carioca, uma das mais conhecidas em todo o Brasil.
As quintas e sextas-feiras na hora do almoço, no Dom Francisco, o cliente poderá os novos pratos que tem elementos da gastronomia paulista e mineira.
Por Paula Pratini
Nos últimos 26, 28 e 29 de julho aconteceu em Brasília, no Restaurante Haná (408 Sul), o encontro gastronômico sobre o peixe Beijupirá. Pouco conhecido pela população do Sudeste e Centro-Oeste do país, o Beijupirá, cientificamente chamado de Rachycentron Canadum e conhecido internacionalmente como Cobia, é encontrado no Nordeste do país, na zona costeira do Ceará e Piauí.
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), com o intuito de aumentar a produção pesqueira nacional, especificamente pela piscicultura marinha, está financiando projetos através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Universidade Federal do Ceará via Instituto das Ciências do Mar (Labomar). Foram realizadas nestes três dias, oficinas direcionadas para chefs de cozinha, degustações com autoridades, atacadistas, donos de restaurantes e jornalistas. Estas atividades fazem parte do projeto de pesquisa “Nutrição, Sanidade e valor do Beijupirá’ que visa desenvolver o cultivo do peixe em todo o país.
Segundo Raul Madri, Coordenador do Projeto na Universidade do Ceará, existem várias razões para o cultivo do peixe em todo o Brasil. “Nós o chamamos de ‘Salmão de Águas Tropicais’, o Beijupirá tem crescimento rápido e pode atingir um peso de 6 a 7 kg em um ano. Apresenta carne branca, firme e de poucas espinhas; é rico em ômega 3, e pode ser servido de várias maneiras. Cru em cortes como sashimi; cozido e grelhado na chapa; em postas e filé”, esclarece o pesquisador.

Valadares-Assessor de Imprensa, Divino Lúcio da Silva- Superintendente Federal do Ministério da Pesca e Aquicultura e Raul Madri- Coordenador do Projeto.

O chef Victor Perez Castaño do Instituto de Ensino Secundário (IES) do Valle de Aller- Antúrias na Espanha preparou algumas sugestões deliciosas para a degustação e se surpreendeu. “A versatilidade do Beijupirá me inspirou a criar vários pratos, dentre eles, o Ceviche- cortado em lâminas retangulares e marinado com limão durante 10 minutos. Temperado com cebola roxa, pimentão vermelho, vinagre, sal, pitadas de açúcar, pimenta caiena, azeite e coentro”, declarou o chef.
Dentre os pratos servidos, os pedaços assados com crosta de castanha de caju e gergelim e as postas temperadas com raspas de limão e molho de maracujá foram os mais saborosos. De sabor suave e carne macia, o Beijupirá tem tudo para conquistar o paladar dos brasileiros.

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