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    Brasília será palco da maior mostra de arte indígena do Brasil em meio a COP

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    Da Redação
    Foto: Divulgação

    A capital federal será palco de um dos mais importantes eventos dedicados à arte e à cultura ancestral do Brasil. A exposição Bancos Indígenas do Brasil – Rituais chega a Brasília ocupando, simultaneamente, três dos principais espaços culturais da cidade: o Memorial dos Povos Indígenas, o Palácio do Itamaraty e o Museu Nacional da República.

    Com aberturas escalonadas, a mostra apresenta obras selecionadas do acervo da Coleção BEĨ, revelando a complexidade e a sofisticação da arte dos povos originários do Brasil. Os bancos estarão expostos até 22 de fevereiro de 2026.

    A primeira abertura acontece no Memorial dos Povos Indígenas, em 10 de novembro, com 54 obras de 39 etnias. No Palácio do Itamaraty, a abertura será em 11 de novembro, apresentando 142 bancos de 40 etnias. Já o Museu Nacional da República inaugura sua mostra em 12 de novembro, reunindo 500 obras de 51 etnias, compondo um amplo e vibrante panorama desse objeto ancestral da arte indígena brasileira.

    A curadoria é assinada pelos artistas indígenas Akauã Kamayurá, Yawapi Kamayurá, Tawai Yudjá, Antônio Bane Huni Kuī, Thiago Henrique Djekupe, Mayawari Mehinaku, Rael Tapirapé, Wareaiup Kaiabi, Milton Galibis Nunes, Salomão Tikuna, Krumaré Karajá e Sokrowe Karajá, em parceria com Marisa Moreira Salles, Tomás Alvim e Danilo Garcia, da Coleção BEĨ.

    Iniciada há mais de duas décadas, a Coleção BEĨ busca reconhecer a autoria dos bancos e promover a autonomia dos artistas indígenas, valorizando a diversidade cultural dos povos ancestrais. O acervo vem crescendo continuamente e hoje reúne mais de 1.300 peças, testemunhando a continuidade dos saberes tradicionais e a renovação das relações entre arte, território e sustentabilidade. A importância dessas peças é resumida por Milton Galibis, artista da etnia Galibi-Marwono e curador da mostra: “Bancos ritualísticos são formas de vida, que contam histórias e se comunicam com os povos indígenas.”

    “A Coleção BEĨ é fruto de um processo de escuta e aprendizado contínuo. Cada encontro com os artistas indígenas amplia nossa compreensão sobre o Brasil. Esta mostra é também uma forma de devolver, em gesto e memória, tudo o que aprendemos com eles”, afirma Marisa Moreira Salles, curadora e cofundadora da Coleção BEĨ.

    O curador Danilo Garcia também destaca a relação entre os bancos da coleção e a sociedade brasileira contemporânea: “A mostra reafirma que a arte indígena é o coração da arte brasileira. É preciso olhar para o passado com respeito para construir um futuro mais equilibrado e coletivo”.

    Dessa forma, a Coleção BEĨ se insere no debate global sobre o meio ambiente. Ao valorizar as tradições das comunidades e promover modos de vida que garantem a preservação dos biomas e da biodiversidade, a coleção transforma a arte indígena em reflexão sobre o futuro. “Os bancos são elementos centrais das culturas ancestrais do Brasil. Refletem mitos, histórias, tradições e toda a cosmovisão dos povos indígenas. É muito significativo ver Brasília acolher essa diversidade ao mesmo tempo que o país realiza a COP: trata-se de formas de celebrar e proteger uma arte e um modo de vida comprometidos com a beleza e a sustentabilidade”, explica Tomás Alvim, curador da mostra e cofundador da Coleção BEĨ. “Hoje, no Brasil, só há floresta onde há população indígena. Eles são os guardiões do futuro da humanidade, não apenas da floresta. A cultura ancestral do Brasil sempre teve um olhar para a sustentabilidade — ela já nasceu ESG”, conclui.

    Além das exposições, o projeto inclui programas de arte-educação voltados a estudantes da rede pública, atividades mediadas por artistas indígenas e registros audiovisuais que documentam os processos de criação nas aldeias, fortalecendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade.

    Dica:
    Exposição: Bancos Indígenas do Brasil – Rituais
    Aberturas:
    Memorial dos Povos Indígenas
    Evento de abertura: 10 de novembro, das 18h às 22h
    Fala dos curadores: das 18h às 19h
    Visitação: de terça-feira a domingo e feriados, das 9h às 17h
    Memorial dos Povos Indígenas (Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK, Brasília, DF)

    Museu Nacional da República
    Evento de abertura: 12 de novembro , das 18h às 22h
    Fala dos curadores: das 18h às 19h
    Visitação: terça-feira a domingo, das 9h às 18h30
    Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Brasília, DF)

    Palácio do Itamaraty – Visitação com agendamento prévio
    Visitação: a partir de 12 de novembro.
    De terça-feira a domingo, das 8h15 às 17h30.
    Link para agendamento da visitação: outlook.office365.com/book/MINISTRIODASRELAESEXTERIORES@itamaraty.gov.br/

    Palácio Itamaraty (Zona Cívico-Administrativa, Bloco H, Brasília, DF)
    Visitação: até 22 de fevereiro de 2026
    Entrada gratuita
    Curadoria: Akauã Kamayurá, Antônio Bane Huni Kuĩ, Danilo Garcia, Krumaré Karajá, Marisa Moreira Salles, Mayawari Mehinaku, Milton Galibis Nunes, Rael Tapirapé, Salomão Tikuna, Sokrowe Karajá, Tawai Yudjá, Thiago Henrique Djekupe, Tomas Alvim, Wareaiup Kaiabi e Yawapi Kamayurá.

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