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Categoria: Exposições
Com a parceria entre o Sesc DF e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, o Museu Nacional da República recebe, de 9 de abril a 31 de maio, o programa de mostras itinerantes da Fundação Bienal de São Paulo, consolidando a presença da Bienal na capital federal, que acolhe a itinerância pela terceira vez.
A Galeria de Artes do Teatro Marie Padille promove um encontro especial para apresentar as novas obras incorporadas ao acervo do espaço cultural. O evento acontece neste sábado (14), a partir das 10 horas, no foyer do Teatro Marie Padille, em Alexânia (GO), com artistas, doadores, moradores da cidade e representantes da cultura local.
Para marcar o Dia Internacional da Mulher, o Ministério das Relações Exteriores promoverá, ao longo do mês de março, a 3ª edição da programação “Elas no Itamaraty”, que traz obras de arte criadas por 24 artistas mulheres e doadas ao acervo histórico, artístico e de representação do Ministério das Relações Exteriores desde 2023. O evento também vai contar com ações voltadas a refletir sobre a presença feminina no ministério, sob a ótica da arte e da diplomacia. Para tanto, o MRE recorrerá a seu acervo artístico, histórico e de representação, uma ferramenta ligada às atribuições da diplomacia brasileira de representação e divulgação do Brasil.
Mostra reúne nomes como Abdias Nascimento, Simone Leigh, Kara Walker, Bispo do Rosário, Julie Mehretu e Sonia Gomes, entre outros.
Quem passa pelas estações do Metrô-DF encontra muito mais do que um meio de transporte. Os espaços de circulação também se tornaram pontos de encontro com a arte e a cultura brasiliense, graças ao Projeto Arte no Metrô, iniciativa que convida artistas nacionais e estrangeiros residentes no país a produzirem e doarem obras em grandes formatos para exposição permanente nas estações. A proposta transforma o trajeto diário em uma experiência cultural e fortalece o turismo na capital federal.
A mostra, que pode ser conferida de 25 de fevereiro a 18 de março, reúne obras de dezoito artistas ligados à formação do pensamento artístico brasiliense, como Alfredo Volpi, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão, Lêda Watson, Glênio Bianchetti, Betty Bettiol, Stella Maris, e muito mais.
A CAIXA Cultural Brasília apresenta a exposição: “Todos falam de mim, ninguém me representa”. A mostra propõe um olhar indígena sobre a obra de Rugendas, com curadoria de Ziel Karapotó e Nara Galvão.
O CCBB apresenta, a partir de 16 de dezembro, a exposição Uma história da arte brasileira, realizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Depois de sua primeira etapa em Belo Horizonte, a mostra chega ao DF em versão ampliada, reunindo cerca de cem obras que traçam um panorama abrangente da produção artística nacional entre os séculos 20 e 21.
O Espaço Cultural Ivandro Cunha Lima, no Senado Federal, recebe entre os dias 8 e 19 de dezembro a exposição da artista plástica Maria Lúcia Sigmaringa, a Malu Sig. A mostra “Olhares desde o Cerrado” nasce da interseção entre arte, propósito e superação. É resultado de um processo contínuo, construído em várias vertentes.
A partir de 10 de novembro, três espaços de Brasília, o Memorial dos Povos Indígenas, o Palácio do Itamaraty e o Museu Nacional, abrem simultaneamente a maior mostra de arte indígena do país. A exposição “Bancos Indígenas do Brasil – Rituais” reúne mais de 600 obras de 51 etnias, com curadoria coletiva de artistas indígenas e da Coleção BEĨ, reconhecida internacionalmente por valorizar a autonomia dos povos originários. É um evento monumental que transforma Brasília no centro da arte e da cultura ancestral brasileira, e acontece no mesmo momento em que o mundo discute sustentabilidade durante a COP.












