Categoria: Agenda Cultural

Considerado o maior evento sobre a cultura japonesa do Distrito Federal, o Festival do Japão Brasília chega a oitava edição. Entre os dias 28 e 30 de junho, o evento, organizado pela Federação das Associações Nipo-brasileiras do Centro-Oeste (FEANBRA), tem a expectativa de receber mais de 45 mil pessoas no pavilhão do ExpoBrasília, localizado no Parque da Cidade.

Depois do sucesso da primeira edição do projeto “Favela Sounds No Setor”, que recebeu o DJ Byano do Baile da Gaiola (RJ), o festival realiza sua segunda versão pocket no dia 29 de junho. A festa, que acontece no Corredor Central do Setor Comercial Sul, terá como atração principal da noite a DJ e produtora Iasmin Turbininha.

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta, até o dia 7 de julho, a mostra de cinema “De Niro”, uma homenagem a um dos mais célebres atores norte-americanos das últimas décadas. Serão exibidos 12 filmes estrelados pelo astro Robert De Niro, cuidadosamente selecionados pelo curador Paulo Santos Lima.

Dia 29 de junho, no Taguaparque, o Natiruts retorna à cidade para o único show do ano no Distrito Federal. Na apresentação, os fãs poderão conferir “I Love”, o oitavo álbum da banda e cantar junto os grandes clássicos do grupo. A abertura da noite contará com o show do Hungria Hip-Hop.

Depois do sucesso da primeira edição, a festa Arlynda está de volta às noites de Brasília. Voltada para o público LGBTQIA+, o evento reúne os mais variados estilos musicais, indo desde o disco de Donna Summer e Whitney Houston ao novo pop de Dualipa e Miley Cirus.

Semana com gostinho de feriado e programação estendida do Funn Festival. Com shows a partir desta quarta-feira, dia 19 de junho, o maior festival de inverno do Centro-Oeste estará pronto para esquentar a cidade atendendo os gostos de todas as tribos. O line-up da 7ª semana do evento conta com atrações nacionais de peso, como as bandas Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho.

Para Noilton Pereira, a fotografia é um instrumento transformador de realidades que parecem paradas no tempo. Com a sensibilidade típica dos que se inquietam diante do que passa despercebido para muitos, ele eterniza nuances da história dos sertanejos que vivem na região da Chapada Diamantina, no sertão baiano.